O estudo em causa, baseado em centenas de pesquisas de bancos, fundos, investidores institucionais e empresas imobiliárias, revela que o setor continuará na mira dos investidores imobiliários, graças às boas perspetivas económicas e políticas, mas também à liquidez de um mercado dominado pelas baixas taxas de juro.
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Segurança e qualidade de vida são os factores mais importantes para quem pretende investir em Portugal. No topo da lista estão a taxa de criminalidade baixa, o clima ameno e a gastronomia rica e renovada, apesar de fortemente ligada às suas raízes. Quem procura Portugal, procura também este apego às pequenas coisas que carregam consigo a essência da vida e que ficarão para sempre eternizadas no famoso fado de Amália Rodrigues - Uma Casa Portuguesa.
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Porta de entrada para os mercados Europeu e Lusófono. A localização geográfica valeu a Portugal a sua origem etimológica e o cunho milenar à conectividade das rotas mercantis. Assim, o “Jardim da Europa à beira-mar plantado”, regressa à sua génese, demarcando-se novamente como ponto estratégico primordial em termos económicos.
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Simplificação dos negócios e custos competitivos, como incentivo ao investimento. Criar uma empresa em Portugal é fácil, rápido e ajustado à realidade da actual Y, já que são estes os empreendedores que mais procuram Lisboa, para ser o berço das suas startups. Outros dos atrativos económicos do país são os benefícios fiscais à criação de emprego, os custos operacionais e as taxas de imposto baixas para as empresas.
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Conectividade e empreendedorismo em alta velocidade. Hoje em dia é preponderante ter o mundo à distância de um clique e no que toca a largura de banda e acesso à rede de fibra óptica, a capital do país ocupa um simpático 4º lugar na Europa, estando à frente de países como a Alemanha, Reino Unido, Espanha e França (WEF e FTTH 2014).
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Uma cultura globalizada e multilingue, ou não corresse nas veias dos portugueses sangue Ibero, Celta, Romano, Lusitano, Fenício, Suevo, Visigodo, Árabe e Judeu. Dos grandes navegadores, ficou o bichinho das viagens e um natural interesse por conhecer outras culturas – o que talvez explique a sua tão famigerada hospitalidade.
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Cultura laboral versátil, flexível, altamente qualificada e inovadora. Segundo os dados do World Forum Economic, Portugal deteve o maior crescimento em desempenho inovador da UE, em 2014, com 34.000 graduados a saírem para o mercado de trabalho todos os anos. Considerados altamente versados em inglês, estima-se que pelo menos 42% da população domine duas línguas.
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Sustentabilidade e inovação em por uma sociedade mais verde. Em 2016, Portugal dominou as manchetes nacionais e internacionais por conseguir umas impressionantes 107 horas de consumo elétrico 100% renovável. Em março de 2018, a produção de eletricidade de origem renovável volta a atingir marcos impressionantes, chegando mesmo a ultrapassar o consumo de Portugal Continental. Da rede de postos de carregamento de carros elétricos, à tendência Vintage, passando pelo consumo responsável, sustentável e com zero desperdício a verdade, é que a cultura eco-friendly parece que veio para ficar.